Aprendizagem, Caminhos de sucesso, Excelência Pessoal, Melhores pessoas

Sabes como ajudar o outro?

A vida pode ser definida como um misto de dificuldades e oportunidades. Por vezes, mais dificuldades, outras, mais oportunidades. E como se costuma dizer, desse destino não se escapa. Agora há um pressuposto na PNL (Programação Neuro Linguística) que aprecio muito:

“Se o que estás a fazer não está a funcionar, faz outra coisa”

e85f0-reconcavo24horasDiariamente vejo este pressuposto acontecer com pessoas que conheço. Trabalham, trabalham, trabalham e parece que não conseguem sair do lugar. Acreditam que, cada vez é mais difícil vender, que as pessoas não têm dinheiro ou que o seu projecto  não faz sentido para o mercado. Os outros são os culpados do seu insucesso menos ELE.

Quando observamos de fora da equação reparamos no padrão comportamental da pessoa. Se ela fizer o que sempre fez vai continuar a obter os resultados que sempre obteve, algo tem de mudar e isso parece ser difícil entenderem. Eu costumo sugerir o seguinte: 

“Se não estiveres dispost@ a errar, nunca farás nada de original”

Little Girl PrayingEntão, o primeiro passo para a mudança é mesmo estar disposto a errar. Fazer algo completamente diferente, quebrar com a rotina, inovar nas práticas. Um dia alguém partilhou comigo esta lição: ao subires uma escada, qual será o degrau mais difícil, o primeiro ou o último? É o primeiro porque é o momento em que tomas a decisão de mudar, de iniciar algo novo, de arriscar. À medida que vais subindo a escada vais te sentindo mais confiante e com uma visão mais clara do caminho. 

group of happy smiling summer children jumpingMas a pergunta que surge é: como posso ajudar os que passam por fases mais difíceis?
Gosto de partilhar este exemplo para mostrar como eu próprio faço. A pessoa está no buraco e quanto mais trabalha mais ela se “enterra”. O meu papel é estar perto e estender o braço e aguardar pela decisão da outra pessoa. Eu não salto para dentro do buraco para @ ajudar a sair dele, eu não dou “carinho” à pessoa porque ele/ela está a queixar-se da falta de sorte. Eu aprendi a estender o braço e esperar que o outro tome a iniciativa de querer mudar, de querer olhar para a realidade de outra forma e mudar a sua vida para melhor. Na prática, eu só começo a dar-lhe “atenção” quando ele/ela me mostra que está a mudar, que está a ter comportamentos diferentes e é nesse estado mental que eu quero gravar nele/nela a minha disponibilidade para @ ajudar. 

Costumo dizer que a aprendizagem não é passiva, é mais ativa, eu tenho de querer aprender para aprender. Eu devo querer mudar para mudar e não ficar em casa sentado à espera que passe o autocarro da mudança, isso dificilmente acontecerá.

Excelente dia!
—» www.atitudesparavencer.com

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