Aprendizagem, Educação, Emprego

O que decidir após o 12ºano?

Há uma pergunta que os pais costumam fazer-me frequentemente e à qual não resisto em partilhar convosco.

“Nelson o que posso fazer para ajudar o meu filho(a) a identificar o que pretende fazer profissionalmente no futuro?”

É uma pergunta com várias respostas, no entanto, se me perguntasses qual a estratégia mais valiosa que poderias utilizar, seria esta:

– Se o teu filho(a) ainda não chegou ao 9ºano, então tens uma oportunidade de ouro para lhe proporcionar experiências que o(a) vão ajudar a identificar o que pretende fazer no futuro e, facilitar, a tomada de decisão no 12ºano. Por experiências quero dizer:

1. Nas interrupções de aulas (Natal, Carnaval e Páscoa) e nas férias poder participar em projetos de voluntariado; “trabalhar” com os pais/avós/familiares amigos para saberem o que é trabalhar; incentivar a participação em concursos que envolvam a criação de algo, sozinho ou em grupo; estar envolvido em grupos de jovens que desenvolvem ações de apoio à comunidade; etc.

Tudo o que lhe puderes proporcionar de experiências, quer ele(a) lidere, quer trabalhe em equipa, ajudará a criar um contraste entre coisas que gosta e coisas de que não gosta; atividades que lhe fascina e outras nem tanto; experiência em trabalhar com outras pessoas ou a vontade de trabalhar mais sozinho.

A pior coisa que pode acontecer é estares perante um jovem que não te consegue dizer o que gosta, nem o que não gosta. É um sinal de alarme, uma vez que, provavelmente não teve experiências suficientes para mentalmente comparar. Consequência: vai adiar a tomada de decisão no 12ºano, ou vai seguir o “grupo”, ou vai sentir-se mais ansioso e deprimido porque não sabe o que decidir.

Ajuda o teu filho(a) a “crescer” com as experiências que o ensinarão a “crescer”.

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O verdadeiro segredo para o seu filho(a) triunfar

Um dia, um jovem Thomas Edison regressou da escola com um envelope que continha uma carta escrita pelo seu professor para entregar à sua mãe. Assim que chegou a casa e encontrou a sua mãe, o jovem Thomas Edison disse:
– “O meu professor deu-me este envelope para entregar apenas a ti.”
A mãe pegou no envelope, retirou a carta e começou a ler o seu conteúdo. De repente os olhos da mãe começaram a encher-se de lágrimas enquanto lia a carta.
O jovem Edison ao ver a mãe naquele estado pergunta-lhe:
– “O que diz a carta mãe?”
A mãe limpou as lágrimas e olhou orgulhosamente para o seu filho e disse:
– “O seu filho é um génio e esta escola é demasiado pequena para ele, não tem professores suficientes para ensiná-lo adequadamente. Por favor, ensine-o você.”

Como sabe, Thomas Edison veio a tornar-se num dos maiores inventores e com o registo de mais de 2000 mil patentes.

Passados alguns anos, já após o falecimento da sua mãe, ele estava a arrumar um antigo armário de família, quando deu de caras com a carta que o seu antigo professor lhe tinha dado para entregar à sua mãe. Ele abriu o envelope e começou a ler a carta. Dizia:
– “O seu filho é mentalmente doente, nós não podemos permitir que ele participe nas nossas aulas, ele está expulso.”
Edison ficou um pouco emocionado ao ler a carta e, mais tarde nessa noite, escreveu no seu diário:
– Thomas Edison foi uma criança mentalmente doente cuja mãe o tornou um génio.”

Neste dia da família, é importante reforçar a importância que os pais têm na vida dos seus filhos, o poder que o amor destes tem sobre eles é inimaginável. Acreditar que o seu filho(a) pode e vai conseguir muito mais na vida, do que ele/ela próprio acredita, é a verdadeira prova de Amor que os pais podem dar aos seus filho(a)s.

Lembre-se: acreditar que se é muda a forma como agimos.

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A forma mais rápida para melhorares os teus resultados

É muito comum escutar a vontade de muitos dos meus clientes em melhorar e nem sempre sabem por onde começar, nem o que fazer ou em que áreas trabalhar. Eu até compreendo que isso possa acontecer dado estarmos tão absorvidos no nosso dia a dia, no nosso trabalho, nas nossas preocupações e anseios que facilmente nos escapa o outro lado da moeda, o nosso crescimento pessoal, familiar, social ou profissional.

Um vez escutei um profissional bastante conceituado partilhar um exercício muito simples e prático para ajudar qualquer um de nós a identificar e começar a trabalhar nas áreas que pretende obter melhores resultados.
Em primeiro lugar, deve pegar numa folha em branco e desenhar um círculo no centro, diria a ocupar 50% da folha.

Em segundo lugar gostaria que escrevesse dentro desse círculo tudo aquilo que sente já ser muito bom, que tem resultados nessa área ou temática. Por exemplo: consigo falar tranquilamente em público, facilmente me relaciono com os outros, consigo dedicar os fins de semana à minha esposa, etc.

Em terceiro lugar, vai escrever fora do círculo tudo aquilo que deseja mas que ainda não conseguiu realizar. Competências que sente ainda não desempenhar da forma como gostaria, ou resultados que ainda não consegue alcançar.

Na prática, dentro do círculo escreve o que consegue fazer e fora o que ainda não consegue fazer. No final vai reparar num aspeto muito interessante: o que escreve dentro do círculo é o que está dentro da sua zona de conforto e o que escreve fora do círculo é o que está fora da sua zona de conforto.

O quarto e último passo é hierarquizar por ordem de intervenção tudo o que escreveu fora do círculo e começar pelo primeiro item. Depois vai traçar um objetivo de melhoria, construir um plano de ação e agir no sentido de melhorar esse aspeto da sua vida. Eu sei que parece demasiado simples, mas como é bastante visual e utiliza todas as estruturas de aprendizagem do cérebro, vai ajudá-lo(a) a identificar oportunidades de melhoria que nunca tinham passado pela sua mente (consciente).

Aproveite o dia de hoje para começar a melhorar e, quando necessitar de ajuda, pergunte-me como poderei fazê-lo agora.

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Tomas decisões para perder ou para ganhar?

Imagine que temos 2 equipas de futebol Americano, que estão na fase final do jogo e estão separadas por 1 ponto. A que está em desvantagem tem a possibilidade de tomar uma decisão: empatar o jogo ou tentar uma jogada mais elaborada e arriscada para ganhar o jogo. Decidiram pelo seguro e empataram o jogo. No tempo extra esta mesma equipa que podia ter tentado ganhar o jogo, acaba por perder na mesma.

O interessante desta história verídica, é que na NFL (Liga de futebol Americana), nos últimos 10 anos aconteceram 47 situações semelhantes à que descrevi acima. Em 42 dessas situações, a equipa que tomou a decisão mais conservadora, ou seja, não perder o jogo, apenas 40% dessas equipas conseguiu ganhar no tempo extra. Isto quer dizer que menos de metade das vezes a equipa que joga pelo seguro conseguiu obter um ganho com essa tomada de decisão mais conservadora.

Quando olho para estes dados estatísticos, com a distância que eles nos merecem, chego a uma conclusão: tomar uma decisão para não perder pode sair mais caro do que arriscar em ganhar. Por um lado, as pessoas são mais motivadas pelo medo de fracassar do que pelo desejo de sucesso. Por outro lado, as pessoas são capazes de perspetivar o curto prazo/imediato e não tanto a perspetiva a longo prazo/global.

Você que está a ler poderá estar-se a perguntar: então como saberei que decisão tomar, tendo em conta a circunstância em que me encontro? Provavelmente, nem sempre poderá fazer sentido arriscar para ganhar, seja num jogo, num negócio ou num relacionamento. Para isso deixo-lhe mais uma pepita de ouro para ajudá-lo(a) nessa reflexão.

Nunca arrisque aquilo que tem para conseguir algo que não precisa.

Tão simples quanto o que escrevi.
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Até breve! 🙂

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1 das razões pela qual não te sentes bem no teu atual emprego

Podemos não ter consciência mas passamos 1/3 da nossa vida adulta a trabalhar e, muitas vezes, não nos sentimos satisfeitos ou realizados com o mesmo. Dado ser uma temática importante, muitos estudos têm sido realizados para compreender como podemos sentir maior ligação ao nosso trabalho. Uma vez li que, em todo o mundo, só 13% dos adultos se consideravam “emocionalmente envolvidos” no emprego. Isto queria dizer que, poucas eram as pessoas que ganhavam a vida a fazer aquilo que gostavam.

Hoje sabemos que as pessoas têm um melhor desempenho no emprego quando o que fazem lhes interessa. Por exemplo, investigadores chegaram à conclusão que os estudantes universitários cujos interesses pessoais se harmonizavam com os cursos escolhidos obtinham notas mais elevadas e estavam menos inclinados a desistir.

Um ponto fundamental relativamente ao trabalho é a ligação dos nossos interesses pessoais ao que iremos desempenhar, seja numa organização, seja num projeto pessoal.

Neste ponto, a Motivação é crucial.

Identificar a sua paixão e/ou ajudar o seu filho(a) a encontrar e a desenvolvê-la, contribuirá para adoçar o caminho que cada um fará na sua vida e, principalmente, o empenho com que o fará. Ligar a Motivação (motivo para a ação) ao que queremos construir profissionalmente, é a porta de entrada para ser bem sucedido no seu emprego/negócio e mais feliz na sua vida.

Sugestão para hoje:
Identificar os seus interesses pessoais, o que gosta de fazer, o que lhe dizem que tem jeito, os seus passatempos e contraste com a sua atividade profissional. Quanto maior for a diferença, muito provavelmente, maiores serão os níveis de tristeza e desinteresse existentes.

Por vezes, muitas das atividades que parecem ser desinteressantes, depois de experimentarmos, acabamos por identificar muitos aspetos com os quais nos sentimos atraídos, desenvolvendo uma grande paixão e vontade em continuar a trabalhar nesse contexto. Isso acontece porque fazemos uma coisa muito simples que é: EXPERIMENTAR.
Procure aproximar as suas paixões da sua atividade profissional e, garantidamente, será mais feliz!

Acredite mais em si.
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