Aprendizagem, Caminhos de sucesso, Comunicação, Educação, Excelência Pessoal, Líderes, Melhores pessoas, Opinião, Relacionamentos

Pai, mãe,…porque não me compreendes?

Enquanto pais, temos muitas vezes aquela ideia de que sabemos mais do que os nossos filhos. Embora a experiência e o tempo de vida seja maior, por si só, não quer dizer que eu seja o dono da verdade. Às vezes, devo fazer um esforço para compreender aquilo que o meu filho(a) está a ver e a apresentar como justificação, caso contrário:

  • Achamos que sabemos porque razão ele(a) teve aquele comportamento e achamos como ele deve corrigir.
  • Achamos que sabemos mais sobre os temas da nossa vida diária e achamos que a nossa razão é melhor do que a deles.
  • Achamos que sabemos que atividades devem escolher e achamos que sabemos como devem fazê-lo corretamente.
  • Achamos que eles já são adultos para algumas coisas e depois tratamos os nossos filhos como crianças, achando que estamos a fazer deles adultos.

De facto, achamos que sabemos muitas coisas menos o que é mais importante – que não sabemos nada daquilo que achamos saber, principalmente, sobre os nossos filhos. Da próxima vez, parte do princípio que não sabes, calça os sapatos do teu filho(a), vê o mundo com os seus óculos e compreenderás melhor que nada sabias sobre aquilo que achavas saber.

Por fim, quando assim o fizeres vais compreender que perguntar, escutar e sentir o teu filho(a) é o primeiro passo para verdadeiramente o conheceres melhor. Com isto vais conseguir mudar e para melhor a relação com eles.

Experimenta!

Aprendizagem, Caminhos de sucesso, Líderes, Melhores pessoas, Motivação

Habilidade ou Sorte

Independentemente das nossas circunstâncias e condições atuais, quando algo nos acontece, o mais importante são as decisões que iremos tomar em função das “cartas” que temos nas mãos.

E o que devemos fazer para aumentarmos a probabilidade de sucesso nas nossas decisões?

Quanto mais desenvolvermos as nossas competências pessoais, melhores decisões iremos tomar e mais sorte, aparentemente, iremos ter. As consequências de cada decisão tomada podem ser vistas em dois patamares: pela negativa ou pela positiva, isto é, ou aprendo ou evoluo como pessoa.

Resumindo esta questão: as decisões são apenas decisões, a forma como interpretas o resultado de cada decisão é que vai determinar os teus resultados futuros e “rotular-te” como uma pessoa competente e com sorte!

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Dificuldades em adormecer o meu filho(a)

De um dos livros que estou a ler saltou-me à vista uma frase deliciosa:
“O bebé humano é uma força da natureza. A dormir uma média de 18 horas por dia, é capaz de conseguir que os seus pais durmam apenas três ou quatro.” Carles Capdevila

Para o leitor que está a ler este curto artigo e que é pai/mãe de um bebé sabe do quanto pode ser um desafio a hora de dormir. Cá em casa o desafio foi quase sempre o adormecer, apesar da Carolina estar com sono, a vontade de continuar perto dos pais era bem maior do que ir para a sua caminha (berço) e adormecer. Depois de estar a dormir, já conseguiríamos descansar tranquilamente porque dormia até ao dia seguinte. 🙂

Enquanto casal pesquisamos todas as estratégias possíveis e adaptávamos as mesmas à nossa realidade, tendo em conta as nossas aprendizagens e o próprio contexto para conseguir adormecer a Carolina. A questão que gostaria de fazer é:

» Que dificuldades sentiu? ou ainda sente, quando quer adormecer o seu filho(a)?
» O que já experimentou? O que resultou? O que não resultou?

Gostaria de poder aprender consigo e acrescentar mais algumas estratégias que possam servir de ajuda a outros pais que estejam na mesma situação.

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Uma terceira solução para os conflitos familiares

Há uma frase que gosto muito de um autor chamado Desmond Tutu, e que diz,..”Não levante a sua voz, melhore os seus argumentos”. Considero uma afirmação muito importante quando observamos a relação entre pais e filhos, e o quanto isso pode ser determinante para uma maior harmonia familiar.

Na minha opinião, discutir com o seu filho elevando o tom de voz só levará a uma escalada de argumentos defensivos de ambas as partes, na busca incessante por ter razão, quando deveríamos fazer o que está correto. Primeiro vamos compreender porque elevamos o tom de voz:
1. Para ser escutado;
2. Para mostrar que tem razão;
3. Para se defender das acusações;
4. Alívio emocional.

Ok Nelson, já percebi.
Como diz o autor da frase, devemos melhorar os argumentos que utilizamos, ao invés de “esgrimir” acusações subjetivas, generalistas e revestidas de muita energia negativa que só degrada a relação parental. O que sugere Nelson?

Uma sugestão muito simples e prática para discutir tranquilamente com o seu filho(a) e evitar conflitos é:
1. Falar no “EU” evitando o “TU” (que é o mesmo que apontar o dedo);
Numa situação em que discorda do comportamento do seu filho(a) procure explicar como se sente quando observa esse comportamento e como a incomoda.

2. Permita que o seu filho(a) explique o seu ponto de vista
Ensine-o(a) a falar na primeira pessoa “EU” para que expresse os seus motivos evitando, também, apontar o dedo.

3. Há mais no que vos une do que vos separa
Em qualquer conflito, há algo mais profundo que vos une. Poderão não concordar superficialmente, por exemplo, querer que o seu filho chegue a casa às 20h e ele chegar às 21h. Mas a um nível mais profundo ambos querem estar em casa para jantar e conviver em família.

4. Pergunte como podemos ficar satisfeitos
Se o Pai ou a mãe discorda do comportamento, tome a iniciativa de perguntar ao seu filho(a) como poderíamos chegar a um consenso que fosse bom para ambas as partes. Se já sabemos qual é o ponto que vos separa e o ponto que vos une, como poderíamos juntar as duas partes e formar uma terceira solução? Peço que pergunte ao seu filho(a) para ajudá-lo a refletir e a encontrar uma solução para este conflito e, assim, estará a “treiná-lo” para encontrar soluções proativamente no futuro.

Esta estratégia muito simples e prática é válida para a maior parte das situações que vamos encontrar em casa, no entanto, há outras em que terá de assumir uma postura mais assertiva e célere. Nessas situações teremos de utilizar outras estratégias que nos permitam lidar com a situação e, ao mesmo tempo, tornar esse momento uma oportunidade de aprendizagem para a vida.

Experimente.
Coloque em prática.
O Sucesso vem depois da Ação.
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Brincar é importante porque

Brincar é o “trabalho” mais importante para as crianças e o que permite iniciar o desenvolvimento de competências fundamentais para elas, de uma forma lúdica e utilizando o corpo todo (não apenas o cérebro).

O brincar começa em casa.
É uma experiência familiar e nela podemos assumir vários “personagens” que nos levam a ultrapassar adversidades, aprender a cair, a lidar com as nossas emoções, a conhecer o nosso corpo, a comunicar com o outro, a cooperar e ajudar, e a dar um significado maior à sua curiosidade e ao pensamento divergente.

Melhor do que eu para falar deste tema, é mesmo lerem o artigo de hoje do Professor Carlos Neto, com quem tive o privilégio de estar por altura do meu Mestrado, onde me inspirou a realizar a minha tese no Brincar entre Pais e Filhos, e o quanto aprendi sobre este tema determinante para a sobrevivência da nossa espécie.

Ler o artigo AQUI.

Eu olho para o brincar como uma espécie de preparação para a vida adulta, que pode ensinar tanto à criança, em tão pouco tempo e com poucos recursos. Mas precisa de ti, sim de ti que és pai e mãe. Tu és muito importante para ensinares o teu filho(a) a brincar. Dedica algum tempo da tua semana a fazer as maiores “parvoíces” com ele(a), volta ao teu tempo de criança e desfruta desses momentos únicos com ele(a).

Acredita quando te digo que a Saúde física, mental, emocional, social e espiritual do tgeu filho(a) vai beneficiar exponencialmente deste compromisso com o teu filho(a). Brinca mais com ele(a), utiliza a natureza e o ar livre, evita os brinquedos e façam uso do vosso corpo.

Educa-o(a) através do movimento!

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