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Aprendizagem, Excelência Pessoal

Como perdes tempo sem saberes?

Nunca como nos dias de hoje se fala tanto em gestão do tempo e nas melhores estratégias para conseguirmos mais resultados com o mesmo tempo. Não te vou dizer que todos temos 24 horas por dia e que algumas pessoas conseguem alcançar resultados extraordinários, outros satisfatórios e outros muito abaixo das suas próprias expectativas. A questão que fica no ar é: porquê?

Gostaria de partilhar contigo 4 ladrões emocionais do tempo, que sem te aperceberes esvaziam a tua energia diária e transformam as tuas ações bem intencionadas em tarefas intermináveis. Estás pront@? Aqui vai:
1. Perdoar
Quando não perdoas ficas agarrado(a) a pensamentos negativos, que corroem o teu interior e esvaziam a tua energia. Desperdiças demasiada energia com quem não te traz valor, ou então, é uma pessoa importante e evitas dar o primeiro passo.
O simples ato de perdoar permite desligares-te emocionalmente da situação (e da pessoa) e avançares na vida.

2. Culpar os outros
Quando acreditas que a culpa não é tua, apenas estás a retirar o poder que tens para melhorar determinada situação. Independentemente do que aconteceu aprende a assumir 100% da responsabilidade e perguntares a ti próprio: o que eu poderia fazer de diferente e que contribuísse para resultados diferentes?

3. Pensamentos negativos
Quando pensamentos negativos aparecem na tua mente, tu tens o poder para decidir o que vais querer alimentar: se mais lenha para a fogueira ou colocar água na fervura. Na prática, podemos não controlar o que nos aparece na mente mas podemos modificar logo de seguida, alterando o significado dos nossos pensamentos e contribuindo para um estado mental mais positivo.

4. Falar mal dos outros
Perderes o teu tempo a falar mal dos outros não vai contribuir para alterar o comportamento da outra pessoa, apenas descarregas emocionalmente o que estás a sentir mas não resolves nenhum problema. É preferível falar com a pessoa e partilhares o que sentes, sem julgamentos ou críticas, apenas o que sentes e dares um ponto final à situação.

Espero que possas identificar qual destes ladrões emocionais do tempo está mais presente na tua vida, para conseguires melhorar e seguires em frente com uma vida mais saudável e tranquila. Se assim for, mais e melhores resultados alcançarás.

Para os que querem melhorar, clicar AQUI.

Aprendizagem, Educação, Emprego

O que decidir após o 12ºano?

Há uma pergunta que os pais costumam fazer-me frequentemente e à qual não resisto em partilhar convosco.

“Nelson o que posso fazer para ajudar o meu filho(a) a identificar o que pretende fazer profissionalmente no futuro?”

É uma pergunta com várias respostas, no entanto, se me perguntasses qual a estratégia mais valiosa que poderias utilizar, seria esta:

– Se o teu filho(a) ainda não chegou ao 9ºano, então tens uma oportunidade de ouro para lhe proporcionar experiências que o(a) vão ajudar a identificar o que pretende fazer no futuro e, facilitar, a tomada de decisão no 12ºano. Por experiências quero dizer:

1. Nas interrupções de aulas (Natal, Carnaval e Páscoa) e nas férias poder participar em projetos de voluntariado; “trabalhar” com os pais/avós/familiares amigos para saberem o que é trabalhar; incentivar a participação em concursos que envolvam a criação de algo, sozinho ou em grupo; estar envolvido em grupos de jovens que desenvolvem ações de apoio à comunidade; etc.

Tudo o que lhe puderes proporcionar de experiências, quer ele(a) lidere, quer trabalhe em equipa, ajudará a criar um contraste entre coisas que gosta e coisas de que não gosta; atividades que lhe fascina e outras nem tanto; experiência em trabalhar com outras pessoas ou a vontade de trabalhar mais sozinho.

A pior coisa que pode acontecer é estares perante um jovem que não te consegue dizer o que gosta, nem o que não gosta. É um sinal de alarme, uma vez que, provavelmente não teve experiências suficientes para mentalmente comparar. Consequência: vai adiar a tomada de decisão no 12ºano, ou vai seguir o “grupo”, ou vai sentir-se mais ansioso e deprimido porque não sabe o que decidir.

Ajuda o teu filho(a) a “crescer” com as experiências que o ensinarão a “crescer”.

Acompanha-me 👉👉👉 https://linklist.bio/sucesso

Aprendizagem, Caminhos de sucesso, Comunicação, Educação, Excelência Pessoal, Líderes, Melhores pessoas, Opinião, Relacionamentos

Pai, mãe,…porque não me compreendes?

Enquanto pais, temos muitas vezes aquela ideia de que sabemos mais do que os nossos filhos. Embora a experiência e o tempo de vida seja maior, por si só, não quer dizer que eu seja o dono da verdade. Às vezes, devo fazer um esforço para compreender aquilo que o meu filho(a) está a ver e a apresentar como justificação, caso contrário:

  • Achamos que sabemos porque razão ele(a) teve aquele comportamento e achamos como ele deve corrigir.
  • Achamos que sabemos mais sobre os temas da nossa vida diária e achamos que a nossa razão é melhor do que a deles.
  • Achamos que sabemos que atividades devem escolher e achamos que sabemos como devem fazê-lo corretamente.
  • Achamos que eles já são adultos para algumas coisas e depois tratamos os nossos filhos como crianças, achando que estamos a fazer deles adultos.

De facto, achamos que sabemos muitas coisas menos o que é mais importante – que não sabemos nada daquilo que achamos saber, principalmente, sobre os nossos filhos. Da próxima vez, parte do princípio que não sabes, calça os sapatos do teu filho(a), vê o mundo com os seus óculos e compreenderás melhor que nada sabias sobre aquilo que achavas saber.

Por fim, quando assim o fizeres vais compreender que perguntar, escutar e sentir o teu filho(a) é o primeiro passo para verdadeiramente o conheceres melhor. Com isto vais conseguir mudar e para melhor a relação com eles.

Experimenta!

Aprendizagem, Educação, Motivação

De volta à escola: estratégias para os nossos filhos adaptarem-se ao uso da máscara

Este ano, o início das aulas estará marcado com as precauções e cuidados a ter com o vírus do Covid-19. Outro aspeto que tem sido muito comentado entre pais e encarregados de educação, é o uso obrigatório da máscara em meio escolar, pelos nossos filhos, principalmente pelos mais novos. Como é que elas irão lidar com esta situação? A esta pergunta responderei com algumas sugestões muito úteis:

  1. O ser Humano consegue adaptar-se
    Por mais difícil que pareça ser sempre nos soubemos adaptar quando assim foi necessário, independentemente das circunstâncias. Da mesma forma, as nossas crianças também irão conseguir adaptar-se a esta nova realidade, desde que haja o devido apoio dos pais e família.
  2. Familiarizar-se com a máscara
    Usar em casa e em algumas rotinas diárias mais curtas, onde os nossos filhos possam participar e nos ver com ela, podendo, paulatinamente integrar no seu dia a dia.
    Se forem mais pequenos, usar um dos seus peluches e colocar a máscara, ajuda nesta transição para a criança.
  1. Tornar a máscara um adereço
    Personalizar a máscara do seu filho(a) com as suas sugestões, permite criar um adereço único e ao qual ele(a) vai adorar.
    Criar uma coleção de máscaras que ele(a) poderá escolher e usar conforme o dia, a roupa que veste e o estado de espírito que sente, é sempre uma excelente estratégia.
  2. Gerir as emoções associadas ao uso da Máscara
    Dedicar alguns momentos da semana para estar com o seu filho(a) e auscultar a forma como se sente, perguntando como tem sido este desafio e ajudá-lo(a) a verbalizar algumas emoções associadas a esta fase. Também é muito útil, depois de verbalizarmos uma das emoções que a criança possa estar a sentir, ajudá-la a lidar com ela, encontrando formas de ultrapassar as consequências desagradáveis de a estarmos a sentir.
  3. Um futuro melhor
    Apesar de todas as restrições que há na escola e na sua vida diária, é importante lembrar que quando estamos em família estamos seguros, portanto, dedicar algum tempo a ele(a) e divertirem-se um pouco mais, ajudá-los-à a superarem estes momentos conturbados que estamos a viver. Para além disso, será importante falarmos com os nossos filhos e manter uma perspetiva positiva do futuro, acreditando que o melhor ainda está por chegar.

Estas são as minhas sugestões. E tu, o que tens feito para ajudar o teu filho(a) a superar este início de ano letivo?

Aprendizagem, Educação

Um dos melhores presentes que podes dar ao teu filho

Não há nada que faça uma pessoa chegar mais longe do que sentir-se capaz de conseguir aquilo a que se propõe concretizar. Como dizia Roosevelt: “Acredite que consegue e terá percorrido metade do caminho”.

Uma das histórias que ilustra muito bem a importância que os Pais têm na construção da confiança dos seus filhos é a seguinte:
– Era uma vez uma mãe que tinha dois filhos, de 5 e 7 anos de idade. Um dia a mãe decide sair de casa e deixar de forma irresponsável os seus dois filhos no quarto a brincar sozinhas. Sem se aperceberem um incêndio inicia-se na casa e os irmãos não dão por nada até sentirem o fumo das chamas a passar por debaixo da porta do seu quarto. Sem terem muito tempo para pensar, os irmão decidem ir à janela do quarto, abrem-na e com muito esforço conseguem desengatar a escada de emergência que estava do lado de fora do quarto, descendo em passo largo até à rua de sua casa. Estupefactos, vizinhos e curiosos comentavam tal proeza das crianças e decidem perguntar ao chefe de bombeiros, que por esta altura já se encontrava a comandar os seus homens para apagar o fogo, e questionar como tal foi possível. O Chefe de bombeiros sem qualquer dúvida afirmou: “Conseguiram descer porque não havia nenhum adulto ao pé que lhes dissesse que eles não iam ser capazes de fazê-lo sozinhas”.

Sabes que a confiança que os teus filhos têm depende diretamente da confiança que depositas neles. Se acreditas que o teu filho(a) é capaz, ages em consonância com essa tua crença e não “controlas” todos os seus passos.

Para ajudares a desenvolver a confiança do teu filho(a) partilho contigo uma sugestão muito prática e simples. Quando o teu filho se depara com um obstáculo ou desafio pela frente, ao invés de lhe dizeres como deve fazer, pergunta-lhe como ele acredita que pode fazer. Deixa-me dar um exemplo. Vamos aproveitar o momento atual de início de ano letivo. Se pretendes que o teu filho melhore os seus resultados escolares pergunta:
1. Qual é o objetivo que pretendes alcançar este ano letivo? Que média pretendes alcançar?
2. O que podes fazer e que depende só de ti, que te irá ajudar a alcançar esse objetivo?
3. Quando estás disposto a começar essas ações?
4. No final do primeiro período analisamos em conjunto o que correu menos bem e o que correu bem, colocando do lado dele(a) a reflexão sobre os seus próprios desempenhos.

Quando parte da crença do teu filho a resolução dos seus próprios problemas, há uma maior satisfação interior e sensação de crescimento pelo facto de ser ele(a) a definir as suas próprias estratégias e a passar pela experiência de as ultrapassar.

Experimenta!
Reconhece o esforço do teu filho(a)!
Vibra com ele nas suas vitórias e apoia-o nos seus fracassos!